sexta-feira, 16 de março de 2012

Ergonomia não é só coisa de escritório. Veja como você deve aplicar os conceitos em casa

O termo ergonomia geralmente remete a escritório. Muito se fala sobre a importância de ter o monitor a altura dos olhos e a cadeira bem ajustada à estrutura física de cada um. Mas o que você pode não saber é que a ergonomia é uma das partes mais importantes na elaboração de um projeto residencial.

O arquiteto Osvaldo Segundo explica que o termo “engenharia humana” já foi utilizado para definir ergonomia, não por acaso. “A arquitetura tem ligação direta com a forma de viver das pessoas. E o espaço onde elas estão interfere de forma direta na qualidade de vida de cada um”, comenta. “Se o espaço não oferece condições que primam pela saúde de quem vive lá, pode acabar gerando muitos problemas”, afirma.

Por exemplo, você já parou para pensar na sua postura quando precisa pegar alguma coisa no armário? Ou então para sentar à mesa? E para cozinhar ou fazer alguma coisa na pia? Essas ações simples podem desencadear problemas como dores na coluna, por exemplo, se não foram bem pensados.

“Nos projetos que nós desenvolvemos, analisamos não só a beleza do ambiente, mas a sua funcionalidade e a relação que tem com as pessoas que vão viver nele. Todos os cômodos e móveis, além de serem visualmente atraentes aos olhos de quem vive lá, também precisam ser úteis na qualidade de vida das pessoas”, explica.

Abaixo, alguns exemplos de medidas ergonômicas retirados do livro Dimensionamento humano para espaços interiores, de Julius Panero e Martin Zelnik.



Não deixe de perguntar ao seu arquiteto se ele toma este tipo de cuidado na hora de projetar o lugar onde você vai morar. Sua saúde agradece.

Como você vive?

Outra questão importante que pode ser desenvolvida em alguns edifícios é a personalização do layout do apartamento. O que isso tem a ver com a sua qualidade de vida? Tudo. “Muitas vezes, integrar ambientes pode fazer a família ficar mais próxima, ter mais contato. Ou então, um corredor reposicionado pode gerar mais espaço para armários”, explica Osvaldo.

Veja mais sobre mudança de layout nos apartamentos aqui mesmo, no blog. Clique aqui.

Fonte: Melz | Assessoria de imprensa - OSA

terça-feira, 6 de março de 2012

Edifício residencial mudará skyline blumenauense


Localização privilegiada próximo à região central, arquitetura moderna e valorização da paisagem urbana. São essas algumas das características do novo edifício projetado pela Pamplona Empreendimentos, que atua em Jaraguá do Sul, Itajaí e Rio do Sul, e que lança o primeiro projeto em Blumenau em parceria com o escritório Osvaldo Segundo Arquitetos Associados. As obras do Residencial Selma Fiedler devem iniciar ainda em 2012.


Os 115 apartamentos serão distribuídos em 26 andares de uma área em que, segundo o Plano Diretor, é permitida a verticalização e incentivada a ocupação.O arquiteto Osvaldo Segundo explica que “o empreendimento está localizado em uma ZC2, que tem uma taxa de ocupação de 70% e com coeficiente de aproveitamento de 3,6”. Mas não são apenas as questões legais as analisadas pelo escritório no projeto. “O entorno é muito importante. Como são muitos apartamentos, também analisamos se há uma estrutura básica próxima (supermercado, farmácia, transporte coletivo, sistema viário)”, complementa.


O volume da edificação se destaca pela altura e pelo predomínio do branco. Mas nos volumes está um grande diferencial do projeto. “Varandas são criadas com o objetivo de que se tornem floreiras suspensas ou mirantes para a cidade. Optamos por esta tipologia por acreditarmos que ela se insere melhor na paisagem daquele local específico, respeitando as características arquitetônicas locais”, explica Osvaldo.



Os apartamentos serão de dois e três dormitórios com uma suíte. Na área externa, paisagem arborizada e ampla área de lazer com a intenção de proporcionar o encontro entre as pessoas. São dois salões de festas, piscina, brinquedoteca, lan house, lavanderia coletiva, cinema e sala de jogos.

O acesso de pedestres também é totalmente separado dos veículos e é marcado por uma estrutura amarela no térreo.


Fonte: Melz | Assessoria de imprensa - OSA

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Na mídia: Ver Mais e Tie Break

No Ver Mais de ontem, dia 15 de fevereiro, uma matéria mostrou um projeto desenvolvido pelo Osvaldo Segundo Arquitetos Associados. A matéria mostra os espaços que foram pensados conforme a rotina da família, que adora receber pessoas. O entrevistado foi Miro de Oliveira, arquiteto do escritório.


Na revista Tie Break de fevereiro, o arquiteto Osvaldo Segundo é o entrevistado do Perfil. Ele fala de arquitetura, da sua vida pessoal e conta algumas história da profissão. 


Fonte: Melz | Assessoria de imprensa - OSA

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Para não fazer feio em 2012: as tendências em decoração de ambientes

Cada vez mais, personalidade parece ser a palavra ideal para definir o conceito de decoração de interiores. Afinal, quem é que não quer morar em uma casa ou em um apartamento que reúna as cores, as formas e os objetos que vão de acordo com seu gosto pessoal? Renovar os ambientes do lar pode ser uma ótima saída para torná-los mais aconchegantes, por exemplo. As tendências para os próximos meses vão desde tipos de texturas até novidades em pisos, e podem ser aplicadas sem muita demora ou dor de cabeça.

O arquiteto Osvaldo Segundo diz que a integração de espaços costuma ser um dos pontos de partida dos projetos. De acordo com ele, essa mudança é feita principalmente para economizar espaço. “Os cômodos mais aproveitados são a cozinha e o living, que a família utiliza para festas e jantares informais”, explica. “Para não abrir mão da privacidade, a dica é optar por portas de correr. Elas unem e isolam ambientes contíguos sem roubar espaço e ainda podem virar destaque na decoração”, inclusive existem sistemas que abrem e fecham grandes vão sem a necessidade de trilhos no piso, destaca o arquiteto.

Em se tratando de materiais, o bambu é um dos destaques da vez. Para dar um ar rústico à decoração, ele entra no lugar da madeira e é usado em pisos e móveis. “Além de tudo isso, é um recurso renovável”, salienta Osvaldo. O couro continua em alta em sofás e poltronas elegantes. Padrões marcantes para almofadas, cortinas e papéis de parede também chegam com tudo. “O ideal é que os móveis sejam em cores neutras. Assim, fica mais fácil variar na decoração: é só trocar os acessórios do ambiente”, indica.

Outra dica é utilizar uma peça mais focada em design, que se destaque. “Geralmente propomos opções que vão desde peças contemporâneas até clássicas. O morador escolhe a que ele mais se identifica para a casa dele”, explica Osvaldo. O arquiteto comenta que, neste caso, para mudar todo o ambiente, basta investir em uma nova peça diferenciada e a atmosfera é outra.

Inverno mais colorido
Com a aproximação da época mais fria do ano, fica a dúvida: quais são as cores que devem fazer sucesso no inverno? Além dos tons neutros (branco, nude, bege), o amarelo-limão, o azul escuro, o verde e o vermelho brilhante entram em cena em 2012.

Mas é preciso saber usá-los com moderação, para não poluir o ambiente. “Não é indicado pintar todo o cômodo com uma cor vibrante. Nesse caso, opte pelo tom em uma só parede ou apenas em um móvel de destaque para dar charme ao local sem exagerar na dose”, diz Osvaldo. “A regra geral para decorar qualquer canto da casa é bem simples: aposte no básico para as peças maiores e deixe as cores para os detalhes. A graça de qualquer ambiente está na personalização”, finaliza.

A força do branco e dos temas
Apesar da força de um inverno mais colorido, Osvaldo diz que as principais revistas de decoração do mundo apostam também nos ambiente brancos. “E, na prática, há muitos clientes que optam por esse tipo de decoração”, afirma.

Materiais inusitados como chapas metálicas, madeira de tapume e peças antigas também são boas pedidas para os ambientes temáticos, outra tendência que veio para ficar.



Fonte: Melz | Assessoria de imprensa - OSA

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Estação Lancaster: moda, design e inovação no espaço criado pelo OSA

Imagine a possibilidade de dar sugestões sobre o local onde você trabalha. Também poder participar das decisões e alterações nos projetos apresentados. Estes foram dois fatores muito importantes do desenvolvimento do projeto da Estação Lancaster, de Blumenau (SC). O espaço já recebeu alguns eventos e repercutiu muito no mundo da moda.


 
 

Osvaldo Segundo explica que o projeto surgiu da vontade da Lancaster de ter um ambiente que inspira a criatividade no seu mais amplo significado. “A idéia era transmitir o estilo da empresa em um ambiente que de liberdade, amplitude, iluminado e descontraído. Era poder dar ainda mais condições de atendimento aos seus clientes e de que a equipe de designers pudessem criar”, explica.

"Fizemos uma pesquisa para transformar a Estação Lancaster em referência neste tipo de ambiente. O processo de projeto foi totalmente colaborativo e o ambiente final permite que as pessoas possam alimentar os espaços com suas próprias idéias, seja no revestimento de uma parede, numa peça de decoração ou em um sofá que pode se desconstruir em vários e trocar de lugar. O espaço se torna dinâmico", finaliza o arquiteto.


Fonte: Melz | Assessoria de imprensa - OSA

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A linha tênue entre o urbano e o natural

Imagine morar em uma colina, com uma vista panorâmica. Ter aos pés a cidade e a poucos quilômetros o litoral. Tudo isso num ambiente harmônico, em que as influências urbanas do imóvel não disputam atenção com o cenário natural. É este o sonho que o Osvaldo Segundo Arquitetos Associados vai realizar.



Chamada de residência JPT, o projeto fica em um sítio entre as cidades de Gaspar e Brusque, em Santa Catarina. Osvaldo explica que a idéia é que, dentro da casa, a paisagem se torne o principal atrativo. Olhando de fora, ao contrário: a construção chame a atenção. “Mas isso sem perder a relação de complementaridade, de harmonia”, destaca.


A casa se divide em dois blocos independentes, ligados por uma passarela. Em um deles está a área íntima com quatro suítes. No outro, a área social e uma cozinha gourmet que se abrem para uma grande varanda onde está uma área de lazer a céu aberto, para que se possa desfrutar da paisagem do local.

 
Fonte: Melz | Assessoria de imprensa - OSA






quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Conforto acústico: alternativas para o bem-estar e para a saúde

Não é raro ouvir alguém reclamar que ouve o barulho do vizinho. Também são comuns os comentários sobre a interferência dos ruídos externos (trânsito, sirenes) quanto internos (água, esgoto, ar condicionado). Para resolver essa questão, geralmente são aplicados materiais para aumentar o conforto sonoro. Há, inclusive, uma normativa para níveis de ruído e conforto acústico, a NBR 15.575:2008.

O arquiteto Osvaldo Segundo explica que a questão sonora não é só relacionada com o conforto, mas também com a saúde. “O número de decibéis é também definido pelo que interfere ou não na saúde das pessoas que estão no ambiente. Por isso, também, os cuidados são tão necessários”, explica.

Com informações da revista Equipe de obra e do arquiteto, explicamos abaixo quais são os principais materiais utilizados para fazer o isolamento.

Lã de vidro
“É um sistema muito utilizado em projetos residenciais e comerciais. Tem um alto poder de isolação térmica, não deteriora, não apodrece e não ataca superfícies com que entra em contato”.



Lã de PET
“Como o próprio nome diz, é feito de garrafas PET e 100% reciclável. Tem tudo a ver com o apelo sustentável de alguns projetos. Outra vantagem é que ele é muito resistente à proliferação de fungos e bactérias”.



Lã de rocha
“É mais densa do que as outras opções. Mas também é mais fácil de manusear, resiste a altas temperaturas e não apodrece em contato com a umidade”.



Espumas acústicas
“Servem também como redutores de propagação de chamas. Têm boa absorção de ruídos, variedade de acabamentos e já vêm prontas para serem fixadas. Geralmente é utilizada como tratamento acústico em locais como auditórios, salas de máquinas e estúdios”.


Borracha sintética
“Suas principais utilizações são no revestimento acústico de tubulações, no isolamento acústico de pisos e lajes de apartamentos e em geradores e salas de máquinas. É de material lavável, pode ser utilizada em tubulações de água quente e isola ruídos de passagens de água e esgoto”.


Painel wall
“É indicado para forros, mezaninos, paredes e divisórias. Além da parte acústica, tem bom desempenho térmico e estanque à água”.




Fonte: Melz | Assessoria de imprensa